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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

SOFTEX promove Workshop para debater o futuro da Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI

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Por Karen Kornilovicz

Nos dias 3 e 4 de fevereiro, a Sociedade SOFTEX (www.softex.br) reunirá em São Paulo um seleto grupo de empresários, de representantes do governo e das principais entidades ligadas à indústria brasileira de software em um workshop com o objetivo de elaborar o planejamento estratégico de suas iniciativas no curto, médio e longo prazo. A dinâmica do evento, que contará ainda com a participação de membros da Academia, de institutos de pesquisa e de consultores especializados, inclui a realização de uma série de painéis coordenados pelos Conselheiros da entidade e a organização de grupos de trabalho.

“Não discutiremos apenas as nossas atividades para o próximo biênio, mas também o setor como um todo. A pauta é bastante ampla e contemplará análises sobre o presente e o futuro da indústria de software e serviços no Brasil, tecnologias emergentes, exportação, sustentabilidade, inovação e os desafios e oportunidades para o setor de TI com a realização dos eventos esportivos de 2014 e de 2016”, detalha Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da SOFTEX.

Após a abertura do encontro, agendada para as 9h00, Ruben Delgado, presidente da Assespro Nacional e vice-presidente do Conselho da Sociedade SOFTEX, coordenará o primeiro painel reunindo Laércio Cosentino, CEO da TOTVS; e José Maria Gadanha, vice-presidente da TIVIT. Os executivos analisarão o futuro desta indústria sob a ótica do empresário brasileiro.

O painel seguinte, sob o comando de José Curcelli, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), reunirá Mauro Peres, country manager da IDC Brasil; Dagoberto Hajjar, diretor da consultoria GrowBiz; Hélcio Tessaro, diretor de Recursos Humanos do HSBC GLT; Marco Bravo, diretor de Software Group da IBM Brasil; Sérgio Bampi, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); e Edson Fregni, sócio-fundador da Sciere Consultores Associados para um debate sobre os impactos das tecnologias emergentes nos negócios, na sociedade e na formação de recursos humanos.

A programação recomeça no período da tarde com uma análise, desta vez sob o ponto de vista do governo, sobre o atual estágio e o futuro da indústria brasileira de software e serviços de TI. Estarão presentes representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia; do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As discussões serão coordenadas por Márcio Girão, secretário-geral da Federação Nacional das Empresas de Informática (FENAINFO).

A questão da exportação, da inovação, da sustentabilidade, da inclusão social e as demandas tecnológicas para o país-sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 serão debatidas por membros da Academia e por especialistas da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Este painel terá a coordenação de Gisa Helena Melo Bassalo, diretora da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). Antes do encerramento das atividades, Anselmo Gentile, diretor-executivo da ABES, relacionará as conclusões dos principais pontos debatidos na agenda.

A programação do segundo dia do workshop será aberta com um detalhamento das atividades atuais da Sociedade SOFTEX. As apresentações serão conduzidas por Djalma Petit, diretor de Mercado, John Forman, diretor de Capacitação & Inovação; e José Antonio Antonioni, diretor de Qualidade e Competitividade. Em seguida, eles coordenarão a organização de três grupos de trabalho para, a partir das informações apresentadas no dia anterior, discutir os seguintes temas: capacitação, inovação, comunicação e funding; mercado interno, exportação e internacionalização; qualidade e associativismo e Observatório SOFTEX.

“Com esta iniciativa damos continuidade ao que temos feito há alguns anos: consultar a comunidade antes de planejarmos as nossas atividades. A adesão de empresários de peso e de importantes porta-vozes do governo comprova o apoio e o respaldo do setor ao trabalho que temos desenvolvido”, ressalta Descartes de Souza Teixeira, assessor de Planejamento e Gestão da SOFTEX e coordenador do workshop.

“Todo este esforço visa coletar e identificar novas idéias e sugestões a serem utilizadas no Plano de Trabalho desta nova gestão. Nós as colocaremos em um documento que será encaminhado para análise do Conselho de Administração da SOFTEX. A partir delas, novos projetos ou até mesmo novos programas poderão ser desenvolvidos por nós e, com certeza, teremos o apoio do governo e das demais entidades e organizações do setor para a sua implementação”, conclui Arnaldo Bacha.

Brasil é um dos países mais vulneráveis a ataques cibernéticos, diz pesquisa

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Em uma comparação feita entre 14 países, um estudo colocou o Brasil como o país que menos atualiza seus programas de defesa contra hackers e o que mais sofre chamados ataques de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês) – aqueles em que invasores sobrecarregam um sistema para tirá-lo do ar.

O relatório No Fogo Cruzado: As infra-estruturas essenciais na era da guerra cibernética foi produzido pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), em parceria com a fabricante de antivírus para computador McAfee.

Os pesquisadores entrevistaram 600 diretores de segurança da informação de 14 países, incluindo entre outros Estados Unidos, China, Grã-Bretanha, Índia e Rússia.

Os consultados atuam em empresas de setores financeiro, energético, de recursos naturais, telecomunicações, transportes, químico, alimentício e de serviços públicos.

Dentre os brasileiros ouvidos, 65% disseram que as leis do país não são adequadas para combater crimes virtuais. Mais de 60% acreditam que o Brasil sofrerá nos próximos dois anos um ataque cibernético que afetará seriamente algum de seus serviços essenciais, como fornecimento de energia.

Vulnerabilidade brasileira

O relatório remete ao caso do apagão elétrico no Brasil no ano passado. “Em novembro de 2009, houve reportagens na mídia dos Estados Unidos dizendo que duas interrupções no fornecimento de energia no Brasil em 2005 e 2007 haviam sido causadas por hackers, talvez como parte de um esquema de extorsão”, cita o texto.

Dias depois da publicação dessas notícias, 18 estados brasileiros ficaram sem energia. Uma das hipóteses para explicar o incidente foi um ataque de hackers que teria desligado a usina de Itaipu.

Em abril do ano passado, a companhia Telefonica também citou uma invasão de seus sistemas como justificativa para os graves problemas que seu serviço de internet rápida vinha apresentando no Brasil.

Segundo a pesquisa do CSIS, quase 80% dos brasileiros ouvidos revelaram sofrer ataques recorrentes de negação de serviço. Nenhum outro país apresentou percentual tão elevado.

Em um índice de segurança contra ataques cibernéticos – em que 100% indica a máxima segurança possível – o Brasil ficou com 40%, um dos cinco piores resultados.

Também de acordo com o relatório, ao lado da Espanha, o Brasil é o país que menos criou restrições ao uso de pendrives. Esses aparelhos de transporte de dados são descritos pela pesquisa como uma ameaça, porque podem transmitir vírus e serem usados para roubo de dados.

Paranorama global

Mais da metade dos entrevistados disse que sofre constantes ataques de negação de serviço e roubo de dados.

A informação mais surpreendente do estudo é a de que 59% dos ouvidos acreditam que os autores desses ataques podem ser governos estrangeiros. Os Estados Unidos e a China, com 36% e 33% respectivamente, foram apontados como as maiores ameaças nesse sentido.

O resultado do estudo coincide com as acusações de que autoridades chinesas teriam atacado o site de buscas Google.

O tema foi discutido durante o Fórum Econômico Mundial, na semana passada. O chefe da agência de telecomunicações da ONU, Hamadoun Touré, defendeu que o mundo precisa de um tratado internacional sobre o assunto para impedir uma guerra cibernética.

“Uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe (…)”, declarou Touré.

Entendendo a Computação em Nuvem

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O termo “computação em nuvem” (também chamado de “cloud computing”) tomou de assalto o mercado de TI nos últimos anos. De acordo com pesquisas do Gartner, a receita mundial deste tipo de serviço deve ultrapassar US$ 56 bilhões em 2009, um crescimento de 21% em comparação com o ano anterior. Este crescimento está diretamente ligado à evolução dos processadores e ao crescimento da penetração de banda larga.

O que é interessante, é que a computação em nuvem não é uma nova idéia ou tecnologia – é a aplicação da Internet a um conceito que existia desde os primórdios da computação. Naquelas décadas já muito distantes, computadores eram equipamentos enormes, complicados e frágeis, necessitando de operadores super especializados para realizar operações simples.

Uma empresa mantinha todo o seu poder de processamento no “data center” (centro de dados), disponibilizando para os funcionários os “terminais burros”, que não possuíam nenhuma capacidade de processamento, mas que se comunicavam com o data center. Os terminais burros eram apenas uma interface – ele captava os comandos, enviava os dados para serem processados em outro local, e depois exibia os resultados.

Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, previu que os processadores tornariam-se menores, mais rápidos e mais baratos a um passo muito acelerado – uma teoria que hoje ficou conhecida como Lei de Moore, e que ainda hoje guia os passos do mercado. Esta evolução criou o computador desktop, pequeno, simples e poderoso, que poderia ser colocado diretamente na mesa do usuário. O processamento foi descentralizado, com o data center ficando com as tarefas realmente pesadas, enquanto o PC realizava as tarefas cotidianas de processamento.

Chega então a Internet, com a Computação em Nuvem sendo sua evolução natural. Agora que temos tecnologia para transmitir dados em grande quantidade para qualquer ponto do planeta, o que as empresas estão fazendo é “terceirizando” suas necessidades computacionais para os grandes data centers, que são capazes de realizar as operações com mais velocidade.

Computação em nuvem é a computação considerada como um serviço, e não como um produto. Você não compra hardware ou software, mas você o aluga, e paga apenas pelo que utilizar. Como está tudo na “nuvem” – em computadores remotos ao redor do mundo, conectados via Internet – seus dados e serviços estão disponíveis a qualquer hora, em qualquer lugar.

As vantagens para as empresas que utilizam os serviços são muitas – praticidade, baixo custo de manutenção e escalabilidade são as principais. Os desafios também são numerosos: ainda falta criar uma plataforma de referência de TI que permita que todos os componentes tecnológicos operem na nuvem. Criar tecnologias para data centers mais poderosos e ecológicos também é importante para garantir o crescimento do setor. Segurança, gerenciamento e tecnologias promissoras de Internet, como o WiMax, completam o conjunto de ferramentas que levarão os negócios em nuvem para o próximo passo.

A computação em nuvem já é uma realidade e veio para ficar. Considerando o passo acelerado na inovação no mundo de TI, este é um mercado que só tem como crescer, e as empresas que souberem investir de forma inteligente poderão colher os frutos desta inovação, que avança a passos largos e certos.

* Marcos Fugulin é gerente de negócios e marketing América Latina da Intel.

Via (Baguete)

Mozilla libera Firefox 3.6 Release Candidate para download – Internet – IDG Now!

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A Mozilla colocou para download o Firefox 3.6 Release Candidate, nova versão de testes do navegador da empresa.

As novidades do navegador incluem a opção de mudar a aparência com apenas um clique, o aviso de atualização de plugins, melhora no sistema de preenchimento de caixas de texto e no desempenho de JavaScript, entre outras.

Usuários das versões anteriores do Firefox receberão um aviso com a sugestão da atualização para o novo browser. Quem preferir poderá fazer o download gratuito do site oficial da Mozilla http://www.mozilla.com/en-US/firefox/all-rc.html.

via IDG Now!

Artigo: Protocolo TCP

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O presente trabalho tem como finalidade abordar algumas características da arquitetura TCP, envolvendo também o protocolo IP.

Inicia-se com a apresentação de alguns aspectos gerais sobre TCP, descrevendo as camadas de rede, de inter-rede, de aplicação e de transporte, e traçando um paralelo com as camadas OSI.

Na seqüência, apresenta-se um descritivo sobre a interface socket port, e suas principais funções para comunicação com e sem conexão, utilizados para comunicação por diversos sistemas.

Após isso são descritos os procedimentos de controle de conexão disponibilizados pelo TCP, com suas características de conexão e fluxo de dados, bem como as fases da conexão TCP.

Também é descrito a funcionalidade de MSS (Maximum Segment Size), onde é demonstrado como deve-se formar pacotes com uma quantidade ideal de bytes, de forma a se evitar fragmentação de pacotes em camadas inferiores, quando do tráfego dos mesmos.

A seguir é abordada a estrutura de segmento TCP, com a composição das suas partes, tais como o número de seqüência, número de reconhecimento, comprimento do cabeçalho e os flags.

Após isso, é descrita a funcionalidade de RTT (Round Trip Time – Tempo Total de Ida e Volta), e como deve ser constantemente avaliado pelo TCP em função da rede de dados.

Também são abordados recursos de temporização e estabelecimento de conexão, bem como formas de ataques externos e dispositivos de controle de erros.

Autor: Adriano Stradiotto

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Mercado de TI supera o crescimento da economia brasileira em 2009

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Segundo o presidente da Associação Brasileira das Empresas de TI e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, “o setor brasileiro de tecnologia da informação (TI) cresceu em 2009 acima do que se poderia imaginar”. Os dados preliminares divulgados pela entidade indicam que o setor cresceu acima da economia, cuja expansão foi de 6% a 8%.

O presidente da entidade estimou que somente o setor de TI, excluindo telecomunicações, deve ter faturado cerca de US$ 65 bilhões. “O que faz com que o Brasil seja, provavelmente, o oitavo maior mercado de TI do mundo”. Com a inclusão das telecomunicações, o faturamento do setor deve se aproximar de US$ 140 bilhões, “o que vai representar de 7% a 8% do Produto Interno Bruto (PIB)”, aponta Gil.

Em relação às exportações, a Brasscom espera que as operações tenham alcançado US$ 3 bilhões, tendo um incremento em relação aos US$ 2,2 bilhões exportados no ano anterior. Por outro lado, Antonio Gil destacou que o crescimento ainda é pequeno frente aos US$ 50 bilhões de exportação de sofwares e de serviços de TI da Índia.

Segundo Antonio Gil, a tendência do setor é se deslocar para o interior do país, em particular para a região Nordeste. Locais, como Recife, Salvador, Campina Grande e Fortaleza, além de Curitiba e o interior paulista, são atrativos para o desenvolvimento do mercado tecnológico. “A competência brasileira está totalmente difundida pelo país. Mas, no interior, existe um interesse muito grande de atrair empresas desse setor”, afirmou.
 Fonte: Agência da Governo

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Acesso à internet por dispositivos móveis cresce 148% em um ano

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O total de acessos à internet por meio de dispositivos móveis cresceu 148% em 2009, aponta relatório da empresa de pesquisas Quantcast divulgado na terça-feira (5/1). No entanto, sua participação no total de acessos ainda é pequena e corresponde a menos de 1%.

A pesquisa foi elaborada com base na observação, pela Quantcast, do volume de “eventos de consumo da web”, que atualmente chega a 7,5 bilhões por dia, e compara dados de dezembro de 2009 com números obtidos no mesmo período de 2008.

Os resultados mostram que o crescimento da web móvel nos EUA, de 110%, foi mais lenta que a detectada quando se consideram os dados globais. No entanto, a participação dos aparelhos móveis no total de acessos é maior: 1,26%, ante 0,99% no mundo.

Apesar de o uso da web móvel crescer em todo o mundo, a Quantcast detectou que a curva de adesão à web móvel é bem menos acentuada na América do Sul, onde o porcentual de acessos móveis não supera 0,2% do total. Na Ásia esse número é de 0,4% e, na África, de quase 0,8%.

Em relação a marcas, nos EUA, o Android superou o BlackBerry como canal de acesso móvel à web. O Motorola Droid, que usa Android, foi o aparelho que mais se destacou, aumentando em dez vezes a penetração da marca no número de acessos à web móvel.

A maioria dos acessos continua sendo feita por meio de aparelhos da Apple, que domina fatias semelhantes na América do Norte (65%) e na América do Sul (69%). A diferença entre as duas regiões está no segundo lugar que, no Norte, é da HTC (8%) e, no Sul, da Nokia (16%).

Via IDGNOW

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Skype e fabricantes de TV levarão videoconferência para sala do usuário

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Se o modelo de TV conectada, ou broadband TV, já se apresentava como uma nova opção de distribuição de conteúdos online, agora este tipo de
plataforma também promete ser a plataforma de comunicação. A Skype anunciou parceria com a LG e com a Panasonic para o desenvolvimento de televisores capazes de realizar videoconferências por meio da plataforma Skype, hoje disponível em computadores e celulares. Com isso, a conexão de voz e imagem realizada pelo Skype poderá ser desfrutada dos televisores que terão esta tecnologia.
Já existem no Brasil alguns modelos de TV conectadas, que têm a possibilidade de acesso a conteúdos de Internet. O tema é polemico, pois os provedores tradicionais de conteúdos temem que haja interferência destes novos serviços oferecidos pelo televisor sobre a programação tradicional da TV.
Via Teletime

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Software para iPhone promete tirar a roupa das pessoas

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Como sua colega de trabalho ficaria sem roupa? E o seu chefe? Pois o novo software Nude It lançado para iPhone e iPod touch, pode dar uma ideia disso. Mas os mais assanhadinhos não devem se animar muito.

O programa, que finge ser uma espécie de raio X, na verdade pega a imagem real e mescla com um banco de fotos de corpos apenas com a roupa de baixo (o que faz muita gente se sentir enganada, como mostram muitos comentários já publicados na App Store, a loja online de aplicativos da Apple).

A reclamação se deve, em grande parte, aos vídeos que circulam na internet como sendo do programa em ação e que dão uma ideia falsa de seus recursos.  Os vídeos são, na verdade, é um viral do blog Who is the bald guy (que não tem relação com a empresa que desenvolveu o programa lançado agora, a Presselite). Em entrevista à CNET, o criador do aplicativo admitiu que “se inspirou” no vídeo.

via Macworld.

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Loja de aplicativos do iPhone ultrapassa 3 bilhões de downloads

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A Apple anunciou nesta terça-feira (5) que sua loja virtual, a iTunes Store, vendeu mais de 3 bilhões de aplicativos para iPhone e iPod touch desde o seu lançamento, há 18 meses. No final de setembro passado, a loja alcançou o número de 2 bilhões de aplicativos vendidos.

A App Store foi lançada em junho de 2008, possui 100 mil programas divididos em 20 categorias como jogos, esportes, saúde e negócios e está presente em 77 países, incluindo o Brasil.

Em comunicado à imprensa, Steve Jobs, CEO da Apple, disse que “3 bilhões de aplicativos em 18 meses é algo inédito”. Ele ressaltou que o serviço de sua empresa é revolucionário, pois permite que os usuários baixem os programas diretamente nos aparelhos. “Não vejo sinais de que a concorrência possa nos alcançar”, afirmou.

via G1

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