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quarta-feira, 10 de março de 2010

Visa prepara estreia de sistema de pagamento via celular no Brasil

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A rede de pagamentos Visa, em parceria com a DeviceFidelity, anunciou seus planos para comercializar uma solução que permitirá o uso de telefones móveis com entrada para cartões de memória para realizar pagamentos móveis em sua rede. O projeto deverá começar a ser implantado a partir do segundo trimestre de 2010.

O sistema combina a tecnologia de pagamento sem contato da Visa, o Visa payWave, e a In2Pay da DeviceFidelity para que qualquer celular com entrada para cartão microSD possa realizar transações com o Visa payWave em qualquer estabelecimento que aceite pagamentos sem contato.

O formato de pagamento In2Pay é compatível com o padrão da industria de cartões microSD, e seu dispositivo pode ser inserido nas entradas encontradas na maioria dos dispositivos móveis do mercado.

via IDG Now!.

#Vulnerabilidade e #Pânico: #Gmail Invadido!

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O que parecia impossível não porque o sistema fosse seguramente seguro, mas porque, só a consideração da hipótese causa calafrios, aconteceu: O Gmail foi invadido.  Foi detectado o vírus Hydraq, uma modificação dos tradicionais cavalos de tróia, que permite controlar informações a enormes distâncias. Concluiu-se que o malware abreviação em inglês para Malicious Software – Software Malicioso – referindo-se a qualquer software invasor destinado a causar danos ou roubar informações. Os spywares – programas ladrões de informações- são classificados entre os malware, assim como os vírus comuns e os cavalos de tróia infiltrou-se através de um e-mail com um link para o arquivo invasor. Por trás do ataque, suspeita-se de ninguém menos que o governo chinês.

A conta de Tenzin Seldon, uma ativista pela libertação do Tibet e moradora dos EUA, foi violada, e o laudo técnico apontou que os dados da conta foram enviados a provedores chineses. Os algoritmos encontrados, denominados Aurora escritos em 2006, mas raramente usados são vistos apenas em sites chineses. Apesar das fortes evidências, muitos analistas consideram difícil dizer que a invasão vem exatamente da China. Talvez apenas passe por ela. O Google alega que o ataque, mesmo atingindo militantes dos direitos humanos Além de Tenzin, as contas do advogado chinês Teng Biao e o artista dissidente Ai Weiwei no Gmail também foram violadas, bem como as de outros militantes, afetou pelo menos 20 grandes empresas, principalmente relacionadas a tecnologia, comunicação social, química e finanças Boatos atestam até 34  organizações, que incluem gigantes respeitados como Adobe, além de duas agências de notícias em Pequim, nas quais trabalham jornalistas estrangeiros.

Levantou-se um pânico empresarial nos EUA, afinal, o maior gigante da IT atual fora invadido por hackers chineses de quem não se sabe absolutamente nada, bem como a invasão foi absolutamente segura…para os hackers, que não enfrentaram nenhum obstáculo ou dispositivo de segurança capaz de detê-los. Leia-se: Se o Google não tem um dispositivo de segurança capaz de evitar invasões, que será de nós, meros mortais? Além disso, pouco se sabe ao certo sobre a IT chinesa. Com um regime político tão fechado, é difícil saber até onde vai seu poder tecnológico e o quanto se sabe sobre IT no país, qual o seu nível de avanço. Fato é que os caras simplesmente detectaram um erro no browser mais utilizado do planeta: O ataque aproveitou-se de uma vulnerabilidade no Internet Explorer, causando reações negativas à utilização do software – França e Alemanha já incentivam abertamente os usuários a abandonar o browser, pois crackers já estão se aproveitando da falha. A Microsoft declarou ter identificado ‘um número muito limitado de ataques a um pequeno conjunto de corporações’ Tá bom, então. Vamos esperar um grande ataque, portanto. Os ataques registrados deram-se principalmente com o Internet Explorer 6. A empresa recomenda-se que os usuários do IE6 e do IE7 atualizem seus navegadores para a versão 8

via Zoom Digital

SOFTEX reúne Indústria, Governo e Academia em um Workshop para discutir o presente e o futuro da TI Brasileira

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Por Karen Kornilovicz

Realizado entre os dias 3 e 4 de fevereiro, o workshop de planejamento da SOFTEX para o biênio 2010/2011 reuniu nada sede do Seprosp, em São Paulo, mais de 60 pessoas entre executivos das empresas de software e serviços de TI, representantes do governo e das principais entidades setoriais, além de membros da Academia, de institutos de pesquisa e consultores especializados.

“Nosso objetivo com este evento foi coletar subsídios para planejarmos as estratégias de atuação dos diversos projetos conduzidos pela entidade nos próximos anos em aderência à realidade vivida pelo setor”, disse Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da SOFTEX na abertura do encontro.

“A oportunidade de promover um diagnóstico detalhado dos principais temas que deverão dominar a pauta de iniciativas nacionais e internacionais da indústria permite a estruturação de um plano de ação em sintonia com as demandas do setor e auxilia a elaboração de políticas públicas mais eficazes”, comentou Descartes de Souza Teixeira, assessor de Planejamento e Gestão da SOFTEX e coordenador do workshop.

As 16 apresentações distribuídas em quatro painéis coordenados pelos Conselheiros da SOFTEX no primeiro dia do evento forneceram um panorama abrangente de tendências, oportunidades e preocupações do setor e serviram de subsídio para que os grupos de trabalho reunidos na tarde seguinte pudessem discutir temas como: capacitação, inovação, comunicação, funding; mercado interno, exportação, internacionalização, qualidade, associativismo e Observatório SOFTEX.

Um dos destaques da programação do workshop foi o painel sobre o futuro da indústria sob a ótica do empresário brasileiro e que reuniu Laércio Cosentino, CEO da TOTVS, e José Maria Gadanha, vice-presidente da TIVIT.

A questão da carência de profissionais foi um dos principais temas debatidos durante os dois dias do workshop. Segundo dados do estudo “Software e Serviços de TI: A Indústria Brasileira em Perspectiva”, realizado pelo Observatório SOFTEX, a falta de profissionais de TI irá se acentuar no decorrer dos anos e poderá atingir 140 mil em 2013.

Para fazer o contraponto à visão dos empresários, a SOFTEX reuniu representantes dos principais órgãos governamentais para uma análise sobre o presente e o futuro da indústria. “Não resta dúvida de que o governo deve trabalhar junto com a iniciativa privada na formação de profissionais que possam suprir as demandas internas e externas, tanto das empresas nacionais como das transnacionais que utilizam o Brasil como plataforma de exportação. Investimos na realização de um projeto-piloto importante que está sendo reestruturado”, comentou Antenor Corrêa, coordenador-geral de Software e Serviços da Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia (SEPIN/MCT).

“O governo tem o grande desafio de contribuir para a inserção competitiva das empresas nacionais e os instrumentos de Estado criados para estimular do setor precisam sempre de inputs da sociedade. Por isso esse evento é tão importante: para construirmos um norte consensual”, disse Francelino Grando, secretário de Tecnologia Industrial do Ministério do desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

O painel sobre as tecnologias emergentes abordou modelos de negócios e mercados que podem ser explorados, bem como apontou algumas das tendências para os próximos anos, como mobilidade, aplicações sociais, e-government, SaaS, cloud computing, outsourcing, BPO, TI verde e sustentável, além da Web 2.0 e de business intelligence baseado em modelos preditivos.

As oportunidades de negócios que a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 podem gerar foram abordadas por Eduardo Costa, diretor de inovação da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). “Em breve será lançado um edital com uma linha de financiamento para aplicações específicas para a Copa de 2014, o que permitirá às empresas dividir o risco do desenvolvimento da solução”, anunciou.

As ideias e sugestões coletadas nos grupos de trabalho serão utilizadas na elaboração do planejamento a ser encaminhado para aprovação do Conselho de Administração da SOFTEX no mês de março. “É importante lembrar que as idéias apontadas e que eventualmente não possam ser implementadas de imediato poderão ser levadas ao Governo sob a forma de novos projetos ou programas a serem adotados com o apoio das demais entidades e organizações do setor”, concluiu Arnaldo Bacha.

As apresentações realizadas durante o workshop de Planejamento SOFTEX 2010/2011 estão disponíveis para consulta no link a seguir:

http://www.softex.br/_publicacoes/publicacao.asp?id=2927

Abertas as incrições para a CeBIT 2010

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Por Karen Kornilovicz

A cidade de Hannover, na Alemanha, sediará entre os dias 2 e 6 de março a CeBIT (www.cebit.de), o maior evento mundial de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Dando continuidade ao trabalho de inserção do software e serviços brasileiros no mercado internacional, e também visando a promoção da recém-lançada marca “Brasil IT +”, a SOFTEX, a Associação Sul-riograndense de Apoio ao Desenvolvimento de Software (SOFTSUL) e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC), organizam uma missão comercial para participação no encontro.

As companhias interessadas em integrar a delegação podem optar por tomar parte no evento em três diferentes modalidades: como expositor, como prospector ou nos encontros de negócios. Nesta edição, o País contará novamente com dois estandes: um para as empresas de software e outro para as de Telecom, já que a CeBIT é subdividida em setores. O objetivo desta mudança, implantada com muito sucesso há dois anos, é auxiliar as empresas a atingirem de forma mais focada o público-alvo da mostra, bem como potenciais clientes e fornecedores.

A importância mundial da CeBIT se traduz em seus números expressivos: no ano passado, ela reuniu 4,3 mil expositores, foi visitada por mais de 362 mil pessoas e estima-se que tenha gerado negócios da ordem de 7 bilhões de euros.

O “Projeto Participação Brasileira na CeBIT 2010” ocorre no âmbito do Projeto Brazil IT (PSI-SW), desenvolvido pela SOFTEX, e este ano conta também com a Adesão do Projeto Brazil IT Emerging Players, ambos apoiados técnica e financeiramente pela APEX Brasil.

Para mais informações e detalhes do investimento no “Projeto Participação Brasileira na CeBIT 2010”, visite www.softsul.org.br ou entre em contato com Adriana pelo e-mail operacoes@softsul.org.br ou ainda pelo telefone (51) 3346-4422.

SOFTEX promove Workshop para debater o futuro da Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI

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Por Karen Kornilovicz

Nos dias 3 e 4 de fevereiro, a Sociedade SOFTEX (www.softex.br) reunirá em São Paulo um seleto grupo de empresários, de representantes do governo e das principais entidades ligadas à indústria brasileira de software em um workshop com o objetivo de elaborar o planejamento estratégico de suas iniciativas no curto, médio e longo prazo. A dinâmica do evento, que contará ainda com a participação de membros da Academia, de institutos de pesquisa e de consultores especializados, inclui a realização de uma série de painéis coordenados pelos Conselheiros da entidade e a organização de grupos de trabalho.

“Não discutiremos apenas as nossas atividades para o próximo biênio, mas também o setor como um todo. A pauta é bastante ampla e contemplará análises sobre o presente e o futuro da indústria de software e serviços no Brasil, tecnologias emergentes, exportação, sustentabilidade, inovação e os desafios e oportunidades para o setor de TI com a realização dos eventos esportivos de 2014 e de 2016”, detalha Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da SOFTEX.

Após a abertura do encontro, agendada para as 9h00, Ruben Delgado, presidente da Assespro Nacional e vice-presidente do Conselho da Sociedade SOFTEX, coordenará o primeiro painel reunindo Laércio Cosentino, CEO da TOTVS; e José Maria Gadanha, vice-presidente da TIVIT. Os executivos analisarão o futuro desta indústria sob a ótica do empresário brasileiro.

O painel seguinte, sob o comando de José Curcelli, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), reunirá Mauro Peres, country manager da IDC Brasil; Dagoberto Hajjar, diretor da consultoria GrowBiz; Hélcio Tessaro, diretor de Recursos Humanos do HSBC GLT; Marco Bravo, diretor de Software Group da IBM Brasil; Sérgio Bampi, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); e Edson Fregni, sócio-fundador da Sciere Consultores Associados para um debate sobre os impactos das tecnologias emergentes nos negócios, na sociedade e na formação de recursos humanos.

A programação recomeça no período da tarde com uma análise, desta vez sob o ponto de vista do governo, sobre o atual estágio e o futuro da indústria brasileira de software e serviços de TI. Estarão presentes representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia; do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As discussões serão coordenadas por Márcio Girão, secretário-geral da Federação Nacional das Empresas de Informática (FENAINFO).

A questão da exportação, da inovação, da sustentabilidade, da inclusão social e as demandas tecnológicas para o país-sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 serão debatidas por membros da Academia e por especialistas da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Este painel terá a coordenação de Gisa Helena Melo Bassalo, diretora da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). Antes do encerramento das atividades, Anselmo Gentile, diretor-executivo da ABES, relacionará as conclusões dos principais pontos debatidos na agenda.

A programação do segundo dia do workshop será aberta com um detalhamento das atividades atuais da Sociedade SOFTEX. As apresentações serão conduzidas por Djalma Petit, diretor de Mercado, John Forman, diretor de Capacitação & Inovação; e José Antonio Antonioni, diretor de Qualidade e Competitividade. Em seguida, eles coordenarão a organização de três grupos de trabalho para, a partir das informações apresentadas no dia anterior, discutir os seguintes temas: capacitação, inovação, comunicação e funding; mercado interno, exportação e internacionalização; qualidade e associativismo e Observatório SOFTEX.

“Com esta iniciativa damos continuidade ao que temos feito há alguns anos: consultar a comunidade antes de planejarmos as nossas atividades. A adesão de empresários de peso e de importantes porta-vozes do governo comprova o apoio e o respaldo do setor ao trabalho que temos desenvolvido”, ressalta Descartes de Souza Teixeira, assessor de Planejamento e Gestão da SOFTEX e coordenador do workshop.

“Todo este esforço visa coletar e identificar novas idéias e sugestões a serem utilizadas no Plano de Trabalho desta nova gestão. Nós as colocaremos em um documento que será encaminhado para análise do Conselho de Administração da SOFTEX. A partir delas, novos projetos ou até mesmo novos programas poderão ser desenvolvidos por nós e, com certeza, teremos o apoio do governo e das demais entidades e organizações do setor para a sua implementação”, conclui Arnaldo Bacha.

Brasil é um dos países mais vulneráveis a ataques cibernéticos, diz pesquisa

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Em uma comparação feita entre 14 países, um estudo colocou o Brasil como o país que menos atualiza seus programas de defesa contra hackers e o que mais sofre chamados ataques de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês) – aqueles em que invasores sobrecarregam um sistema para tirá-lo do ar.

O relatório No Fogo Cruzado: As infra-estruturas essenciais na era da guerra cibernética foi produzido pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), em parceria com a fabricante de antivírus para computador McAfee.

Os pesquisadores entrevistaram 600 diretores de segurança da informação de 14 países, incluindo entre outros Estados Unidos, China, Grã-Bretanha, Índia e Rússia.

Os consultados atuam em empresas de setores financeiro, energético, de recursos naturais, telecomunicações, transportes, químico, alimentício e de serviços públicos.

Dentre os brasileiros ouvidos, 65% disseram que as leis do país não são adequadas para combater crimes virtuais. Mais de 60% acreditam que o Brasil sofrerá nos próximos dois anos um ataque cibernético que afetará seriamente algum de seus serviços essenciais, como fornecimento de energia.

Vulnerabilidade brasileira

O relatório remete ao caso do apagão elétrico no Brasil no ano passado. “Em novembro de 2009, houve reportagens na mídia dos Estados Unidos dizendo que duas interrupções no fornecimento de energia no Brasil em 2005 e 2007 haviam sido causadas por hackers, talvez como parte de um esquema de extorsão”, cita o texto.

Dias depois da publicação dessas notícias, 18 estados brasileiros ficaram sem energia. Uma das hipóteses para explicar o incidente foi um ataque de hackers que teria desligado a usina de Itaipu.

Em abril do ano passado, a companhia Telefonica também citou uma invasão de seus sistemas como justificativa para os graves problemas que seu serviço de internet rápida vinha apresentando no Brasil.

Segundo a pesquisa do CSIS, quase 80% dos brasileiros ouvidos revelaram sofrer ataques recorrentes de negação de serviço. Nenhum outro país apresentou percentual tão elevado.

Em um índice de segurança contra ataques cibernéticos – em que 100% indica a máxima segurança possível – o Brasil ficou com 40%, um dos cinco piores resultados.

Também de acordo com o relatório, ao lado da Espanha, o Brasil é o país que menos criou restrições ao uso de pendrives. Esses aparelhos de transporte de dados são descritos pela pesquisa como uma ameaça, porque podem transmitir vírus e serem usados para roubo de dados.

Paranorama global

Mais da metade dos entrevistados disse que sofre constantes ataques de negação de serviço e roubo de dados.

A informação mais surpreendente do estudo é a de que 59% dos ouvidos acreditam que os autores desses ataques podem ser governos estrangeiros. Os Estados Unidos e a China, com 36% e 33% respectivamente, foram apontados como as maiores ameaças nesse sentido.

O resultado do estudo coincide com as acusações de que autoridades chinesas teriam atacado o site de buscas Google.

O tema foi discutido durante o Fórum Econômico Mundial, na semana passada. O chefe da agência de telecomunicações da ONU, Hamadoun Touré, defendeu que o mundo precisa de um tratado internacional sobre o assunto para impedir uma guerra cibernética.

“Uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe (…)”, declarou Touré.

Entendendo a Computação em Nuvem

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O termo “computação em nuvem” (também chamado de “cloud computing”) tomou de assalto o mercado de TI nos últimos anos. De acordo com pesquisas do Gartner, a receita mundial deste tipo de serviço deve ultrapassar US$ 56 bilhões em 2009, um crescimento de 21% em comparação com o ano anterior. Este crescimento está diretamente ligado à evolução dos processadores e ao crescimento da penetração de banda larga.

O que é interessante, é que a computação em nuvem não é uma nova idéia ou tecnologia – é a aplicação da Internet a um conceito que existia desde os primórdios da computação. Naquelas décadas já muito distantes, computadores eram equipamentos enormes, complicados e frágeis, necessitando de operadores super especializados para realizar operações simples.

Uma empresa mantinha todo o seu poder de processamento no “data center” (centro de dados), disponibilizando para os funcionários os “terminais burros”, que não possuíam nenhuma capacidade de processamento, mas que se comunicavam com o data center. Os terminais burros eram apenas uma interface – ele captava os comandos, enviava os dados para serem processados em outro local, e depois exibia os resultados.

Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, previu que os processadores tornariam-se menores, mais rápidos e mais baratos a um passo muito acelerado – uma teoria que hoje ficou conhecida como Lei de Moore, e que ainda hoje guia os passos do mercado. Esta evolução criou o computador desktop, pequeno, simples e poderoso, que poderia ser colocado diretamente na mesa do usuário. O processamento foi descentralizado, com o data center ficando com as tarefas realmente pesadas, enquanto o PC realizava as tarefas cotidianas de processamento.

Chega então a Internet, com a Computação em Nuvem sendo sua evolução natural. Agora que temos tecnologia para transmitir dados em grande quantidade para qualquer ponto do planeta, o que as empresas estão fazendo é “terceirizando” suas necessidades computacionais para os grandes data centers, que são capazes de realizar as operações com mais velocidade.

Computação em nuvem é a computação considerada como um serviço, e não como um produto. Você não compra hardware ou software, mas você o aluga, e paga apenas pelo que utilizar. Como está tudo na “nuvem” – em computadores remotos ao redor do mundo, conectados via Internet – seus dados e serviços estão disponíveis a qualquer hora, em qualquer lugar.

As vantagens para as empresas que utilizam os serviços são muitas – praticidade, baixo custo de manutenção e escalabilidade são as principais. Os desafios também são numerosos: ainda falta criar uma plataforma de referência de TI que permita que todos os componentes tecnológicos operem na nuvem. Criar tecnologias para data centers mais poderosos e ecológicos também é importante para garantir o crescimento do setor. Segurança, gerenciamento e tecnologias promissoras de Internet, como o WiMax, completam o conjunto de ferramentas que levarão os negócios em nuvem para o próximo passo.

A computação em nuvem já é uma realidade e veio para ficar. Considerando o passo acelerado na inovação no mundo de TI, este é um mercado que só tem como crescer, e as empresas que souberem investir de forma inteligente poderão colher os frutos desta inovação, que avança a passos largos e certos.

* Marcos Fugulin é gerente de negócios e marketing América Latina da Intel.

Via (Baguete)

Mozilla libera Firefox 3.6 Release Candidate para download – Internet – IDG Now!

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A Mozilla colocou para download o Firefox 3.6 Release Candidate, nova versão de testes do navegador da empresa.

As novidades do navegador incluem a opção de mudar a aparência com apenas um clique, o aviso de atualização de plugins, melhora no sistema de preenchimento de caixas de texto e no desempenho de JavaScript, entre outras.

Usuários das versões anteriores do Firefox receberão um aviso com a sugestão da atualização para o novo browser. Quem preferir poderá fazer o download gratuito do site oficial da Mozilla http://www.mozilla.com/en-US/firefox/all-rc.html.

via IDG Now!

Artigo: Protocolo TCP

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O presente trabalho tem como finalidade abordar algumas características da arquitetura TCP, envolvendo também o protocolo IP.

Inicia-se com a apresentação de alguns aspectos gerais sobre TCP, descrevendo as camadas de rede, de inter-rede, de aplicação e de transporte, e traçando um paralelo com as camadas OSI.

Na seqüência, apresenta-se um descritivo sobre a interface socket port, e suas principais funções para comunicação com e sem conexão, utilizados para comunicação por diversos sistemas.

Após isso são descritos os procedimentos de controle de conexão disponibilizados pelo TCP, com suas características de conexão e fluxo de dados, bem como as fases da conexão TCP.

Também é descrito a funcionalidade de MSS (Maximum Segment Size), onde é demonstrado como deve-se formar pacotes com uma quantidade ideal de bytes, de forma a se evitar fragmentação de pacotes em camadas inferiores, quando do tráfego dos mesmos.

A seguir é abordada a estrutura de segmento TCP, com a composição das suas partes, tais como o número de seqüência, número de reconhecimento, comprimento do cabeçalho e os flags.

Após isso, é descrita a funcionalidade de RTT (Round Trip Time – Tempo Total de Ida e Volta), e como deve ser constantemente avaliado pelo TCP em função da rede de dados.

Também são abordados recursos de temporização e estabelecimento de conexão, bem como formas de ataques externos e dispositivos de controle de erros.

Autor: Adriano Stradiotto

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Mercado de TI supera o crescimento da economia brasileira em 2009

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Segundo o presidente da Associação Brasileira das Empresas de TI e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, “o setor brasileiro de tecnologia da informação (TI) cresceu em 2009 acima do que se poderia imaginar”. Os dados preliminares divulgados pela entidade indicam que o setor cresceu acima da economia, cuja expansão foi de 6% a 8%.

O presidente da entidade estimou que somente o setor de TI, excluindo telecomunicações, deve ter faturado cerca de US$ 65 bilhões. “O que faz com que o Brasil seja, provavelmente, o oitavo maior mercado de TI do mundo”. Com a inclusão das telecomunicações, o faturamento do setor deve se aproximar de US$ 140 bilhões, “o que vai representar de 7% a 8% do Produto Interno Bruto (PIB)”, aponta Gil.

Em relação às exportações, a Brasscom espera que as operações tenham alcançado US$ 3 bilhões, tendo um incremento em relação aos US$ 2,2 bilhões exportados no ano anterior. Por outro lado, Antonio Gil destacou que o crescimento ainda é pequeno frente aos US$ 50 bilhões de exportação de sofwares e de serviços de TI da Índia.

Segundo Antonio Gil, a tendência do setor é se deslocar para o interior do país, em particular para a região Nordeste. Locais, como Recife, Salvador, Campina Grande e Fortaleza, além de Curitiba e o interior paulista, são atrativos para o desenvolvimento do mercado tecnológico. “A competência brasileira está totalmente difundida pelo país. Mas, no interior, existe um interesse muito grande de atrair empresas desse setor”, afirmou.
 Fonte: Agência da Governo

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